Foi um sucesso o Encontro Regional de Corais Petrobras - Bacia de Campos 2011, com o tema: Nacemos para cantar, realizado nas cidade de Macaé e Campos de Goytacazes no Rio de Janeiro. Acredito que esse sucesso é parte da evolução da organização dos encontros no decorrer do anos e , claro, da dedicação e empenho do Regente Machado e equipes locais sempre prestativas.
Pra quem acompanha o Blog notou que a as postagens pararam logo no fim da primeira etapa da viagem, no aeroporto Augusto Severo em Natal. Isso por que pobre não tem dinheiro pra comprar Iphone, e se confia na versão xing-ling: o IFo*#. Só podia dar nisso, o celular com o qual o blog era atualizado quebrou e no frenesi do encontro, ninguém postou mais nada.
Pois bem, depois do vôo mais tranquilo já vivido pelo coral nos últimos anos - a gente devia ter pego o nome daquele piloto - chegamos ao Rio de Janeiro que é realmente lindo. E não falo só da cidade, a geografia do estado por onde passamos é toda bonita. Segundo Cris, nossa soprano carioca não vimos nem o começo." A região serrana no sul do estado é que é maravilhosa" - disse ela.
Na cidade do Rio de Janeiro não houve tempo pra muito turismo, só uma parada rápida no teleférico, 10 minutinhos para fotos na praça e depois ônibus até o Hotel Royal em Macaé, final da peregrinação.
Rapaz, mas antes de Macaé, bem no meio do caminho pra se mais preciso, a gente não pode esquecer do "Queijão", uma casa de queijos e outras guloseimas que oferecia uma degustação de queijos e vendia umas linguiças e uma goiabada cascão que jesus abençoe. Quase que ninguém vai embora. Ô bicho pra comer é coralista, vots! Olha as caras de feliz... tudo de barriga cheia. E o Coral deixou registrado a sua marca.
Finalmente em Macaé, percebemos que esquecemos algo, o sol deve ter ficado em Mossoró. Foram quatro dias nublado, inclusive nossa tarde livre e o passeio conheça Macaé. O primeiro dia foi dedicado a receber os outros corais e terminou com um jantar de confraternização simples sem atrações nem falatórios, mas a comida do hotel e a integração com os coralistas já valeram a noite.
Daqui pra frente acabou a moleza, só
na manhã do segundo dia foram três ensaios seguidos: dos grupos, do grupão e com a orquestra. E tem gente que acha que é molezaão mais de quatrocentas e cinquenta pessoas numa sala cantando, ouvindo e repetindo o repertório até a hora do almoço.
Depois do almoço veio o ponto fraco do encontro, o frustrante passeio conheça Macaé que resumiu-se a zanzar pela cidade dentro do ônibus com uma baita chuva lá fora - baita para os padrões pluviais mossoroensses obviamente - até dar a hora da apresentação no Shopping Plaza Macaé, que digasse de passagem é a fotocópia do West Shopping e de Mossoró, inclusive pertencia ao mesmo grupo e foi inalgurado na mesma época. a única diferença é que em Macaé o estacionamento é GRÁTIS. Chupa West Shoping!A primeira apresentação. Todo mundo apertado alí na frente das escadas de acesso ao cinema. Por Deus nenhum filme terminou entre uma música e outra. O público recebeu muito bem o coral, a praça de alimentação normalmente barulhenta, deu lugar a acordes e aplausos. Começamos muito bem, todo mundo cantou junto literalmente na música do biz quando todo o coral se misturou à platéia cantando o tema do encontro: Nascemos para cantar.
A noite do segundo dia foi recheada do atrações para os cantores. Sim, nossa vez de platéia para a apresentação do grupo de dança (...) - alguém me lembre o nome do grupo de dança - com um espetáculo tocante. Seguido da melhor surpresa da noite, os Proficionais de música da petrobras, nossos regentes, auxiliares e peanistas apresentaram o Gloria de Vivaldi. Conversando com algunsdeles depois da apresentação eles acharam que não foi lá essas coisas, que erraram aqu e ali, mas pra mim foi a melhor a apresentação que eu presenciei nessa encarnação. (continua...)


04:47
Fábio Braga
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